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Sem pistas do paradeiro da prefeita de Bom Jardim (MA), Lidiane Leite (PP), de 25 anos – suspeita de desviar dinheiro da educação no município e foragida há quatro dias –, a Polícia Federal (PF) lançou um alerta neste fim de semana: quem estiver ajudando a prefeita a se esconder vai ser tratado como integrante de organização criminosa.

“Pelo tempo que ela está desaparecida, é muito provável que ela esteja recebendo o auxílio de outras pessoas. Isso pode fazer com que essas pessoas sejam incluídas na organização criminosa que se investiga", diz o superintendente da PF no Maranhão, Alexandre Saraiva.

A expectativa da PF é conseguir prender Lidiane ainda nesta semana. "A população tem ajudado com outras informações, nós estamos montando esse quebra-cabeça”, afirma Saraiva.

Lidiane está foragida desde que foi iniciada a Operação Éden, da PF, que apura fraudes em licitações, desvio de dinheiro da merenda escolar e transferências bancárias irregulares na cidade que tem 39.049 habitantes e fica a 275 km da capital maranhense, São Luís.

A investigação em Bom Jardim começou após denúncia do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão (MP-MA) e do Ministério Público Federal (MPF).

Para capturar a prefeita, a vigilância foi reforçada em rodoviárias, aeroportos e rodoviasdo estado, além de fazendas de amigos dela, que poderiam servir de refúgio. Arepercussão nacional do caso acelerou a operação.

Na última quinta-feira (20), foram presos o ex-secretário de Agricultura, Antônio Gomes da Silva, conhecido como "Antônio Cesarino", e de Assuntos Políticos, Humberto Dantas dos Santos, conhecido como Beto Rocha, ex-namorado da prefeita.

Com o sumiço da prefeita, o município vive um impasse: os vereadores estão impedidos de votar o afastamento dela por causa de uma medida cautelar obtida por Lidiane na Justiça.

Ela já havia sido afastada três vezes do cargo: na primeira vez, em abril de 2014, pelo prazo de 30 dias após denúncias de improbidade administrativa, retornando ao posto em 72 horas, depois de obter liminar na Justiça; na segunda, pelo período de 180 dias, em dezembro de 2014, com liminar suspensa pelo Tribunal de Justiça doMaranhão (TJ-MA) em 48 horas; e na terceira vez, em maio de 2015, retornando em 72 horas.

Na prefeitura, o expediente é de 8h às 12h, mas poucas pessoas foram encontradas no prédio nesta sexta-feira (21). Somente o secretário de Administração e Finanças, Dal Adler Castro, poderia responder pelo órgão, mas não quis falar com a imprensa.

Desvios
A polícia investiga transferências de cerca de R$ 1 mil realizadas da conta da prefeitura para a conta pessoal de Lidiane que chegam a R$ 40 mil em um ano. Também foram feitas transferências para o advogado da prefeitura, Danilo Mohana, que somam mais de R$ 200 mil em pouco mais de um ano.

Além da prefeita, secretários, ex-secretários e empresários também estão sendo investigados por causa de irregularidades encontradas em contratos firmados com "empresas-fantasmas". Houve duas licitações para reformar 13 escolas, pelas quais a Zabar Produções obteve R$ 1,3 milhão e a Ecolimp recebeu R$ 1,8 milhão. Nenhuma das empresas foi encontrada.

Em 2013, a prefeitura firmou contrato com 16 agricultores para o fornecimento de merenda escolar nas escolas municipais, pelos quais cada agricultor receberia em média R$ 18 mil por ano. Os produtores afirmaram que não receberam os pagamentos.

Prefeita de Bom Jardim (MA) Lidiane Leite (Foto: Reprodução / TV Mirante)Prefeita de Bom Jardim (MA) Lidiane Leite
(Foto: Reprodução / TV Mirante)

Luxo na internet
Lidiane disputou a prefeitura aos 22 anos, em 2012, depois que o namorado dela na época, Beto Rocha, teve a candidatura impugnada ao ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Ela assumiu o lugar dele e foi eleita.

Depois que se tornou prefeita, Lidiane passou a compartilhar fotos da nova rotina nas redes sociais. Nos perfis pessoais, ela escreveu: "Eu compro é que eu quiser. Gasto sim com o que eu quero. Tô nem aí pra o que achem. Beijinho no ombro pros recalcados". Em outro post, ela diz: "Devia era comprar um carro mais luxuoso pq graças a Deus o dinheiro ta sobrando (sic)".

Afastamentos
Justiça do Maranhão havia determinado o afastamento da prefeita por 180 dias em dezembro de 2014, com base no descumprimento da regularização das aulas e do fornecimento de merenda e de transporte escolar em Bom Jardim.

Na ação, o Ministério Público do Estado afirma que Lidiane havia apresentado informações falsas a respeito das irregularidades – elas acabaram desmentidas por meio de denúncias dos próprios moradores da cidade.

A gestora também já havia sido citada pela Justiça por má conduta no início de 2014, quando foi deferida liminar, a pedido do MP-MA, para declarar a ilegalidade de decreto municipal que tornou nulas as nomeações dos excedentes do concurso público homologado em novembro de 2011.

Fonte: G1

RIO - A Nasa divulgou uma “selfie“ feita pelo Curiosity em Marte. A imagem foi feita no “Buckskin", a sétima rocha alcançada durante a missão que tem como objetivo colher amostras para análise sobre o Planeta Vermelho. A fotografia se difere das anteriores por ter sido feita através de um ângulo inferior.

A imagem foi tirada com ajuda de um braço mecânico do Curiosity equipado com uma câmera na ponta. Ele consegue mover o mecanismo da mesma forma que qualquer pessoa usaria seu braço para fazer uma selfie. A câmera utilizada é conhecida como Mali, normalmente usada para estudar grãos minerais em rochas.

Mas a estrutura também foi pensada para enviar à Terra imagens do próprio robô. As fotos são feitas em sequência e, depois, unidas para compor o panorama final. Por isso, não é possível ver o braço mecânico nas imagens, embora a sua sombra apareça sobre o chão.

Há duas manchas cinzentas diante do robô. A forma triangular é onde foi feita a perfuração do solo marciano. Já a que está mais próxima ao veículo é a reserva do pó da rocha que deverá ser armazenada e enviada para análise na Terra.

Fonte: G1

As discussões do projeto que modifica as regras de correção dos depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a votação, em segundo turno, da proposta de emenda à Constituição (PEC 171/93), que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos são os temas prioritários da semana na Câmara dos Deputados. Também constam das atividades da Casa depoimentos na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras e reuniões para apresentação e discussão de planos de trabalho de outras CPIS.

A proposta de mudança nas regras de correção dos recursos do FGTS poderá ser o primeiro item da pauta de votações, embora na terça-feira, 18, antes da ordem do dia, os líderes partidários vão se reunir com o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para debater a pauta de votações da semana. Há resistência à aprovação do projeto do FGTS por parte do governo e de vários setores, porque isso poderá aumentar a taxa de financiamento de imóveis nos programas habitacionais de baixa renda.

Em sessão extraordinária, na noite de terça-feira, o plenário da Câmara deverá votar o segundo turno da PEC que reduz a maioridade penal. O tema é polêmico e deverá levar à Casa muitos manifestantes contrários à medida para pressionar os deputados a rejeitar a PEC. Se for aprovada, a proposta será encaminhada à discussão e votação no Senado. Para a aprovação da proposta são necessários os votos favoráveis de, no mínimo, 308 deputados. A proposta permite o julgamento de infratores entre 16 e 18 anos por crimes hediondos, tais como estupro e latrocínio, homicídio doloso ou lesão corporal seguida de morte.

Outros projetos de lei também constam da pauta de votações do plenário da Câmara nesta semana, como o que concede isenção do Imposto de Renda à parte do dinheiro recebido de seguro de vida usada para o pagamento de plano ou seguro de saúde. Outro projeto que pode ser votado é o que estabelece diretrizes para os consórcios públicos de cooperação entre a União, os estados e os municípios para a compra e o uso de máquinas perfuratrizes de poços artesianos no semiárido.

A CPI da Petrobras marcou para esta semana os depoimentos de oito pessoas ligadas ao mercado de câmbio – setor que passou a ser investigado principalmente depois do depoimento da doleira Nelma Kodama. Os depoimentos estão marcados para terça e quarta-feira.

A CPI do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) marcou para as 14h de terça-feira, 18, a votação de 18 requerimentos. A maioria deles é para solicitar do BNDES documentos como cópia de atas de reuniões dos conselhos de administração da instituição e cópias de documentos de informações discriminadas, relacionados ao financiamento para a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

Na quinta-feira, 20, às 10h, a CPI do BNDES recebe o presidente da instituição, Luciano Coutinho. O depoente foi convidado e aceitou comparecer à CPI para prestar os esclarecimentos solicitados pelos deputados que integram o colegiado. A CPI dos Fundos de Pensão reúne-se nesta terça-feira, às 14h30, para definição do roteiro de trabalho e deliberação de requerimentos.

Fonte: O Povo

A nova propagandada Bombril, que trouxe Ivete Sangaloe as humoristas Dani Calabresa e Monica Iozzi, será investigada pelo Conselho Nacional de Autorregula-
mentação Publicitária (Conar). O processo contra a marca foi aberto nessa quarta-feira, 12, após denúncias de consumidores que alegaram "discriminação de gênero" e "deboche da figura masculina". 

Segundo o Conar, foram recebidas cerca de 15 queixas de homens que reclamaram das piadas com a figura masculina. No comercial, as mulheres dizem que "toda brasileira é uma diva", mas "todo homem é diva-gar [devagar]". Ivete diz ainda: ''Ixe, esse daí nem com todos os produtos da Bombril para ajudar a casa". Assista:

Em nota, a marca disse que a campanha foi "desenvolvida para valorizar o protagonismo feminino". Sobre o vídeo, a Bombril disse que "usa uma linguagem bem-humorada para ressaltar o valor da mulher na sociedade brasileira e não tem a intenção de ofender os homens ao fazer uma brincadeira com a palavra 'diva'". 

Anteriormente, o Conar arquivou denúncias envolvendo anúncios semelhantes da empresa. O conselho disse que algumas mulheres também criticaram a campanha deste mês nas redes sociais, chamando o material de machista por reforçar o estereótipo de que apenas elas cuidam da casa. 

O vídeo entrou no ar neste mês, tanto na TV aberta como fechada. O julgamento, conforme o Conar, deve ser realizado em setembro, mas até lá o comercial pode ser veiculado normalmente. A Bombril já foi absolvida em 2011, quando uma propaganda com Calabresa, Iozzi e Marisa Orth comparava homens a cachorros, os quais necessitavam ser adestrados. 

Fonte: O Povo

O Brasil pode se igualar aos demais países da América do Sul que descriminalizaram o porte de drogas hoje ilícitas e passar a ser tolerante com o consumo e com o cultivo para uso próprio. A medida depende do Supremo Tribunal Federal (STF) que deve julgar, neste mês de agosto, ação questionando a inconstitucionalidade da proibição. A Defensoria Pública do Estado de São Paulo recorreu à Corte, alegando que o porte de drogas, tipificado no Artigo 28 da Lei 11.343, de 2006, não pode ser considerado crime, por não prejudicar terceiros. O relator é o ministro Gilmar Mendes, que finalizou o voto e deve colocar o tema em votação ainda este mês.

Para especialistas em segurança pública, direitos humanos e drogas, o STF tem a chance de colocar o Brasil no mesmo patamar de outros países da região e dar um passo importante para viabilizar o acesso de dependentes químicos ao tratamento de saúde, além de pôr fim à estigmatização do usuário como criminoso.

"A lei de drogas manteve a posse de drogas como crime, mas não estabeleceu a pena de prisão – o que foi um avanço. O entendimento que se tem é que isso [a proibição] é inconstitucional, diante dos princípios da liberdade, da privacidade, no sentido que uma pessoa não pode ser constrangida pelo Estado, sob pena de sanção, por uma ação que, caso faça mal, só faz mal a ela", explicou a coordenadora do Grupo de Pesquisas em Política de Drogas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteux.

O diretor para a América Latina da Open Society Foundation, organização não governamental que defende direitos humanos e governança democrática, Pedro Abramovay, diz que em nenhum país onde o porte de drogas foi flexibilizado houve aumento do consumo.

"O Brasil está atrasado e se descriminalizar vai se igualar a dezenas de países que já passaram por esse processo. Todos os países que descriminalizaram o consumo, que falaram que ter o porte para o consumo pessoal não é mais crime, não viram o consumo crescer. Então, esse medo que as pessoas têm, de haver aumento, é infundado com os dados da realidade", destaca.

Ele acredita que a medida pode fazer com que dependentes tenham acesso facilitado à saúde. "Hoje, um médico que trata uma pessoa que usa crack, lida com um criminoso, tem a polícia no meio, o que torna a abordagem mais e mais difícil", destacou Abramovay, que já foi secretário nacional de Justiça.

Traficante x usuário

Com a decisão do STF, também pode sair das mãos da polícia e do próprio Judiciário a diferenciação entre quem é traficante e quem é usuário, que tem levantado críticas de discriminação e violação de direitos humanos nas prisões. A lei atual, de 2006, não define, por exemplo, quantidades específicas de porte em cada caso, como em outros países, e deixa para o juiz decidir, com base no flagrante e em “circunstâncias sociais e pessoais”. “Em outras palavras: quem é pobre é traficante, quem é rico é usuário”, critica Abramovay.

Segundo ele, o STF deve recomendar, na sentença, que sejam estabelecidos critérios para a caracterização de usuários, por órgãos técnicos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "O Supremo pode dizer que, para garantir que a Constituição seja respeitada, sem discriminação, são necessários critérios. Esse não é um tema menor, a falta de indefinição leva ao encarceramento. Estamos falando de um a cada três presos no país", destacou Abramovay

Em evento no Rio de Janeiro, na semana passada, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reconheceu que as "lacunas legais" para diferenciar traficantes e usuário alimenta o ciclo de violência e superlota o sistema prisional. Segundo ele, o tráfico é o segundo tipo de crime que mais coloca pessoas atrás das grades, depois de crimes contra o patrimônio. No caso de mulheres, o tráfico aparece em primeiro lugar na lista.

"Sabemos que temos uma cultura, que não me parece adequada, de querer forçar a barra de tudo quanto é traficante para poder criminalizar. Temos muita gente que é usuária – que deveria receber tratamento de saúde – entrando nas unidades prisionais em contato com organizações criminosas: ou seja, entra usuário e sai membro do tráfico", lamentou o ministro.

A professora da UFRJ Luciana Boiteux aposta na regulação – da produção à venda das substâncias – como solução para enfrentar a violência e os homicídios no país relacionados ao combate ao tráfico.

Outro lado


Contrário à descriminalização do porte de drogas para consumo próprio, o deputado federal Osmar Terra (PMDB-RS) acredita que a medida é o primeiro passo para a legalização das drogas o que, de acordo com ele, seria ruim para a sociedade.

"Se descriminalizar o uso, acabou, legalizou a droga. Se não for crime usar [a droga], as pessoas vão andar com droga à vontade. Vão levar para o colégio, para a praça, distribuir para os amigos. E como é que pode não ser crime comprar, mas ser crime vender? Como se resolve esse paradoxo? Isso vai acabar legalizando a venda. Os traficantes vão [fingir] ser todos usuários. Isso vai aumentar a circulação da droga. Liberar a droga só agrava o problema, não melhora", disse Terra que preside a Subcomissão de Políticas Públicas sobre Drogas da Câmara dos Deputados.

Ele discorda da tese de que o uso de drogas é uma liberdade do indivíduo, que só afeta a ele. "A dependência química é uma doença incurável. A pessoa vai levar aquilo para o resto da vida. Isso pode reduzir sua capacidade laborativa e de cuidar da família. Muitas vezes, [o usuário] sobrecarrega a família, porque a maioria é desempregada e não consegue cuidar da família. Ele sobrecarrega seus pais, irmãos, que têm que cuidar dele, tem que arrumar dinheiro para manter, tem que trabalhar mais. A liberdade de ele usar droga é a escravidão da família", afirma.

O deputado relaciona ainda o uso de drogas, lícitas e ilícitas, ao aumento da violência no país. "Nossa epidemia da violência é filha da epidemia das drogas. O Brasil é o país em que mais se mata gente no mundo. Mata mais em homicídios, em acidentes de trânsito. Se liberar, vai aumentar tudo isso. Qual é a maior causa de violência doméstica? É o álcool, porque é uma droga lícita. Não é crime comprar álcool. A violência doméstica vai aumentar muito em função da circulação das drogas ilícitas", diz.

A opinião é compartilhada pelo empresário Luiz Fernando Oderich, que fundou a organização não governamental Brasil Sem Grades, que pede mais segurança e defende leis mais duras para combater a violência. Max, filho de Oderich, foi assassinado há 13 anos durante uma tentativa de assalto.

Segundo ele, o usuário não deve ser tratado como criminoso. Entretanto, muitas vezes, ele se envolve em outros crimes por causa do uso de drogas. "Existe uma relação entre um comportamento não social e o consumo de drogas. Alguns, de uma maneira menor, e outros, de uma maneira maior. É uma coisa que não faz bem", disse o empresário.

O psiquiatra Osvaldo Saide, da Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas (Abrad), diz que o ideal é não tratar o usuário como criminoso, mas encaminhá-lo para tratamento. No entanto, segundo ele, é preciso que a legislação deixe claro o que fazer em casos de pessoas que cometam crimes sob efeito de drogas e em casos de venda de drogas pelos usuários para sustentar seu próprio vício.

Para Saide, seria necessário criar alternativas ao usuário como receber a pena pelo outro crime cometido ou se submeter a tratamento compulsório. "A Justiça pode pressionar a pessoa para o tratamento em uma situação em que ela não tem a noção da gravidade do seu problema, até porque a dependência química leva a uma falta de noção da gravidade do próprio problema. Às vezes, uma pessoa com profissão fica imersa, por exemplo, no crack", disse.

A presidente da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e outras Drogas (Abead), a psiquiatra Ana Cecília Marques, acredita que a descriminalização do uso precisa ser discutida pela sociedade, mas discorda que isso seja feito por um julgamento do STF.

"É preciso que haja uma lei que defina claramente os casos específicos, como se ele é um usuário eventual, se tem uma dependência. Sou a favor de descriminalizar, mas acho que precisa ter todo esse rigor, que não é algo que existe nas nossas leis de drogas. Elas não são claras, deixam várias lacunas. E no país faltam políticas para as drogas. Sou a favor, mas temo por esse processo de descriminalização", disse.

Fonte: O Povo

Perseguição, sequestros, extorsões, mortes e prisões foram o legado deixado pelo furto ao Banco Central de Fortaleza para a maioria dos envolvidos. O crime, cuja investigação levou cinco anos para ser concluída, completa 10 anos nesta quarta-feira (5). O delegado federal responsável pelo caso, Antônio Celso, fala de detalhes da investigação.

Segundo o delegado, 133 pessoas foram presas em algum momento da investigação, entre eles, “o que sobrou” dos 36 participantes diretos do crime. “Todos foram identificados, todos tiveram mandados de prisão expedidos contra si, quase todos foram presos. Temos dois foragidos [que participaram diretamente do furto], o Juvenal Laurindo e o Antônio Artênho da Cruz, que também já estão condenados”, conta.

Na madrugada de 5 para 6 agosto de 2005, o Banco Central de Fortaleza sofreu o maior furto a banco da história do país, segundo a Polícia Federal. Ladrões entraram na caixa-forte do banco por meio de um túnel e levaram mais de três toneladas em notas de R$ 50 passando por baixo de uma das mais movimentadas vias do Centro de Fortaleza, a Avenida Dom Manuel. O túnel partia de uma casa alugada pela quadrilha e tinha 90 metros de cumprimento. O crime só foi descoberto no início do expediente da segunda-feira (8).

De acordo com o delegado Antônio Celso, quando ele chegou a Fortaleza, no dia 9 de agosto de 2005, já veio acompanhado de um outro delegado federal de São Paulo. “Tinha certeza que teria alguém de São Paulo envolvido. Os grande crimes contra o patrimônio, que deram várias manchetes, todos eles tinham alguém de São Paulo”, afirmou o delegado. “Logo de cara percebemos que tinha sido um ato criminoso muito bem planejado e que não tinha sido praticado por amadores”, ressaltou.

Casa no Bairro Mondubim, que serviu de apoio à quadrilha e onde a Polícia Federal encontrou o dinheiro roubado do Banco Central (Foto: Divulgação)Casa no Bairro Mondubim onde a Polícia Federal
encontrou parte do dinheiro roubado do Banco
Central (Foto: Divulgação)

Cartão telefônico foi 1ª pista
As primeiras pistas da investigação vieram de um cartão telefônico com código de barras raspado deixado na casa e compras de carros e passagens aéreas com dinheiro em espécie, notas de R$ 50 como as retiradas do cofre. Pistas que levaram a primeira prisão dias após o furto, quando o suspeito José Charles, irmão de um assaltante de banco, levava para São Paulo, em um caminhão cegonha, seis carros. Escondido nos veículos estavam R$ 6 milhões.

Um mês depois, uma casa de apoio da quadrilha foi localizada no Bairro Mondubim, em Fortaleza, nela, foram recuperados mais R$ 12 milhões e cinco pessoas foram presas. Com o grupo, um caderno contendo nomes de envolvidos que já haviam recebido suas respectivas partes. Essas primeiras prisões foram fundamentais para confirmação da identidade dos envolvidos. “O esquema todo, com todos o envolvidos, nós fechamos uns três ou quatro meses depois”, contou o delegado, destacando que outras pessoas vieram a se envolver depois, seja ajudando na lavagem de dinheiro ou extorquindo.

Carro usado para transportar o dinheiro na fuga dos assaltantes do Banco Central (Foto: Divulgação)Carro usado para retirar o dinheiro dda casa;
o roubo só foi descoberto três dias depois
(Foto: Polícia Federal/Divulgação)

Primeira morte
Poucos meses após o furto, a primeira morte. O corpo de Luiz Fernando Ribeiro, o “Fernandinho”, traficante apontado como patrocinador do crime, foi encontrado morto na divisa entre São Paulo e Minas Gerais. Ele foi sequestrado por um policial civil de São Paulo, extorquido em R$ 2 milhões e morto após o pagamento do resgate. “Na questão do sequestro e extorsão praticamente todos foram extorquidos, todos confessaram ter sido extorquidos. Por isso mesmo conseguimos prender vários policiais, alguns advogados que intermediaram essas extorsões, e algumas quadrilhas que estavam sequestrando esses bandidos do Banco Central”, disse o delegado.

Um dos casos mais emblemáticos de extorsão foi a cometida contra o ex-segurança do Banco Central, apontado como o informante do esquema de segurança do cofre. “Ele foi extorquido uma primeira vez, o irmão dele pagou o resgate. Depois o irmão dele foi sequestrado, o resgate foi pago. Depois ele foi sequestrado de novo, aí esse não foi pago”, disse o delegado, acrescentando que depois o ex-segurança foi encontrado morto em casa em um suposto suicídio por enforcamento. O envolvimento do segurança foi um dos últimos a ser descoberto.

Pelos menos 10 integrantes do grupo de 36 morreram. Há ainda os foragidos que vivem se escondendo. Do dinheiro, estima-se que tenha sido recuperados entre R$ 40 milhões e R$ 60 milhões, em bens e dinheiro em espécie. “Um crime que envolve muito dinheiro, envolve também muita ganância”, disse  Antônio Celso.

Túnel usado no assalto ao Banco Central, em Fortaleza (Foto: Divulgação)Dinheiro espalhado na caixa-forte após o furto
(Foto: Polícia Federl/Divulgação)

Segurança no BC
“Para nossa surpresa, as câmeras filmavam [em 2005], mas não gravavam. Outra surpresa foi a qualidade péssima da imagem. Nós fizemos alguns testes e mesmo se alguém no monitoramento da caixa-forte e uma pessoa estando no buraco, você não conseguia identificar”, disse Antônio Celso, acrescentando ainda que o caminho que percorrido pela quadrilha dentro da caixa-forte evitava cada ponto de câmera. “Esse buraco que saiu na caixa-forte, saiu exatamente entre dos contedores de moedas. Se eles tivessem saído 30cm ou 40 cm para trás, teriam saído em baixo de uma caixa de moeda que pesavam toneladas”, contou, reforçando a participação de alguém que conhecia o banco.

Fonte: G1/CE

Quinta, 30 Julho 2015 19:08

A Lua azul de julho

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A expressão “Lua Azul” tem sido usada há pelo menos 400 anos, mas não como sendo a segunda Lua Cheia do mês. Este significado nasceu de um erro ocorrido em 1946 e se tornou popular nos últimos 20 anos. 

Ao longo da história recente da humanidade, esse termo tem sido usado de diferentes formas. Olha só.

No século XVI dizer que a Lua era azul significava exprimir algum tipo de exagero. Dizia-se: “fulano é tão desligado que poderia falar que a Lua é azul!” Esse conceito levou a outra expressão que indicava uma probabilidade bem remota de algo acontecer. Por exemplo, no século XVIII, dizia-se: “eu pagarei minha dívida com você quando a Lua estiver azul!”

Apesar de parecer estranho, já houve algumas vezes em que a Lua se tornou azul de fato. Em 1883, quando o vulcão Krakatoa explodiu na Indonésia, a atmosfera ficou carregada por partículas de poeira e cinzas vulcânicas que fizeram o pôr do Sol ficar esverdeado e deixaram a Lua azul no mundo todo por quase dois anos! 

Sempre que há uma grande quantidade de poeira na atmosfera esse efeito se repete. Foi assim em 1927 na Índia, quando depois de uma enorme seca, uma tempestade levantou toneladas de poeira na atmosfera; ou em 1951 quando um enorme incêndio florestal no Canadá lançou uma enorme quantidade de cinzas que deixaram a Lua com aspecto azulado.

Em tempos mais modernos a expressão Lua azul se tornou um sinônimo de coisa rara, mas também de tristeza. Várias músicas usam esta expressão para associar tristeza e solidão, basta checar algumas músicas de Elvis Presley. 

Já no final dos anos 1980 nos EUA a expressão Lua azul se tornou moda. Foi uma febre que fez milhares de restaurantes e mostras de arte abrirem com este nome. Se você for do meu tempo vai se lembrar daquela série de TV com a Cybill Shepherd e o Bruce Willis em começo de carreira, que no Brasil se chamava “A Gata e o Rato”. Eles tinham uma agência de investigação particular que se chamava “Blue Moon” e o nome original da série era “Moonlighting”. Nessa época Lua azul também significava uma segunda Lua cheia em um mesmo mês. Mas nem sempre foi assim.

Esse é um daqueles casos em que uma definição nasce de um erro e, de tão popular, acaba se tornando a versão oficial. A definição de Lua azul apareceu em um livro chamado “Almanaque do Fazendeiro do Maine” nas edições dos anos entre 1819 e 1962 e em nenhum destes exemplares a definição é esta que conhecemos. 

A explicação que aparece neste almanaque é bem diferente e tem mais a ver com as estações do ano, do que com os meses. É assim:

“Em primeiro lugar considera-se o ano tropical, aquele que começa em um solstício de inverno (21 de dezembro para o Hemisfério Norte) e vai até o solstício de inverno seguinte. A maioria dos anos tropicais consegue conter 12 Luas cheias, três em cada estação do ano portanto. Cada uma delas tem um nome peculiar associado à época do ano, tipo “Lua da colheita”, “Lua do lobo” ou “Lua de neve”. Ocasionalmente, temos um ano tropical com 13 Luas cheias, o que significa que uma das estações do ano deverá ter quatro, ao invés de três. Considere esta estação com quatro Luas cheias, a terceira delas a ocorrer é chamada de Lua azul, conforme o almanaque.

Essa definição começou a mudar em julho de 1943 em uma coluna de perguntas e respostas da tradicional revista norte-americana de popularização de astronomia chamada Sky & Telescope. Laurence J. Lafleur citou o fato de ocasionalmente haver 13 Luas Cheias em um ano, mas não disse que se tratava de um ano tropical. Ainda assim ele não falou nada de duas Luas Cheias em um mesmo mês.

Mas a vaca foi para o brejo mesmo em março de 1946. Na página 3 da edição deste mês, James Pruett, um astrônomo amador que escrevia costumeiramente para a mesma revista, em um especial sobre meteoros, resolveu falar sobre Luas azuis. Ele repetiu uma conclusão do tal almanaque, que dizia que: “Em 19 anos, sete vezes aconteceu (e ainda acontece) de haver 13 Luas cheias em um ano. Isto dá 11 meses com uma Lua cheia e um mês com duas”. Mas concluiu erroneamente: “esta segunda Lua cheia do mês, assim eu interpreto, foi chamada de Lua azul.”

Talvez por ser mais fácil de se entender, a própria revista encampou esta nova definição e passou a tratar desta maneira em suas páginas. Na década de 1980 a onda se espalhou e agora não tem mais volta.

Isto não é uma coisa ruim de todo, quantas pessoas aí não acharam que o novo milênio começava em primeiro de janeiro de 2000? Este erro tem sim implicações mais profundas do que confundir uma Lua azul. Entretanto, uma diferença fundamental pode ser notada das definições. Pelo almanaque, uma Lua azul pode ocorrer em qualquer mês do ano, basta ser a terceira Lua cheia da estação. Já pela definição da revista, não é possível que ocorra uma Lua azul em fevereiro e os meses de 31 dias são os mais prováveis de ter uma. Isto porque o intervalo de tempo entre duas Luas cheias consecutivas (uma lunação) é de 29 dias e uns quebrados. Como fevereiro tem 29 dias redondos, mesmo assim apenas a cada 4 anos, não tem jeito de caber duas lunações.

A Lua não vai ficar azul, mas isso não é motivo para não sair de casa para admira-la. Uma Lua Cheia, em uma noite limpa faz bem de ver e, quem puder, de fotografar.

Fonte: G1

Um levantamento divulgado nesta quarta-feira, 29, pela Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel) apontou que 35 pessoas morreram no Ceará em 2014, vítimas de choques elétricos. O dado coloca o estado como o terceiro no Nordeste em número de acidentes deste tipo. Em toda a região, as mortes relacionadas a choques elétricos superaram a marca de 620 pessoas, sendo 69 delas crianças e jovens de até 15 anos de idade, 180 em acidentes domésticos e 79 em estabelecimentos comerciais de pequeno porte.

De acordo com o estudo, problemas com tomadas e extensões, cercas eletrificadas, eletrodomésticos com pequenos defeitos e até chuveiros elétricos são os principais causadores dos acidentes elétricos.

Segundo o diretor executivo da Abracopel, Edson Martinho, a quantidade de acidentes cresceu 17% em relação ao ano de 2013. Além disso, o número de óbitos teve um aumento de 6%.

Para o diretor da associação, um dos motivos para o aumento de mortes é a falta informação. "O grande problema é a falta de conhecimento sobre os riscos da eletricidade. As pessoas acham que o máximo que vai acontecer é que elas vão tomar um choquezinho, mas a verdade é que pode haver um risco grande de óbito", afirma Edson.

Conforme o estudo, o estado que mais registrou óbitos foi a Bahia com 68 casos. Em seguida aparecem Pernambuco (51), Ceará (35), Alagoas (28), Piauí (26), Paraíba (20), Maranhão (19), Rio Grande do Norte (14) e Sergipe (5).

Os estados de Alagoas e Piauí apresentaram o maior número de mortes proporcional ao número de habitantes. Com 8,43 e 8,14 casos por 1 milhão de habitantes, respectivamente. Nesse comparativo, o Ceará - que está em terceiro lugar por número absoluto de mortes - cai para sétimo.

Em relação a trabalhadores que sofrem acidentes durante o exercício da profissão, o estudo também ressalta que houve um crescimento. Ao todo, pedreiros, pintores e ajudantes dessas profissões se acidentam com mais frequência do que eletricistas profissionais, sendo 31 casos contra 29.

Ceará

O estudo especifica dados dos acidentes. No Ceará, do total de 35 mortes, 7 foram na rede aérea (postes), 3 em praças ou ruas, 12 em residências, 9 foram em áreas rurais externas (descampados, poços, cercas elétricas) e quatro em comércios ou indústrias.

Além disso, foi constatado que grande parte das vítimas possuem entre 31 e 40 anos de idade.

Como evitar acidentes

Para impedir acidentes com choques elétricos, manutenções constantes em aparelhos eletrodomésticos e na rede elétrica de residências, comércios e indústrias são essenciais para evitar futuros problemas.

Para ajudar a população, o programa 'Casa Segura', criado pelo Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), utiliza as redes sociais para alertar sobre os devidos cuidados com instalações elétricas. Confira as dicas:

Manutenção
A rede elétrica interna deve passar por manutenção a cada dois anos. Peça para profissionais qualificados fazerem a inspeção. Muitas vezes, durante a construção da casa ou obras, ou mesmo com o passar do tempo, o isolamento dos cabos pode ser danificado, o que é um risco grande.

Fios e tomadas

Cuidado com fios e tomadas, principalmente se houver crianças na casa. Verifique se os fios estão bem isolados e tampe as tomadas com protetores encontrados em lojas de decoração e materiais de construção.
Chuveiro elétrico

Nunca ajuste a temperatura do chuveiro com ele ligado. Desligue a fonte para isso, pois o banheiro é uma área de muita umidade, o que não combina com energia elétrica. 
Geladeira

Geladeira ou qualquer equipamento que esteja dando pequenos choques, mesmo aqueles quase imperceptíveis, precisam ser trocados. Esses objetos não podem ser doados ou, como muitas vezes ocorre, levados para a casa de praia, onde serão menos usados.

Secador de cabelo e chapinha
Esses equipamentos não devem ser usados no banheiro. Use-os no quarto ou em um local bem seco, mas nunca no banheiro. Não os use com o corpo ainda molhado, após sair do banho.

Trovoadas e raios
- Não toque em equipamentos que estejam ligados na tomada;
- Não use celulares ou pequenos dispositivos que estejam carregando;
- Saia de perto das janelas e portas;
- Não use o telefone fixo, pois ele também está ligado na rede. Use o celular, mas nunca com o carregador na tomada.

Fonte: O povo

Desde junho, quatro radares em Fortaleza estão, em fase de testes, identificando veículos com queixa de roubo, com denúncia de que foram usados em crimes ou com placas clonadas. Além disso, os equipamentos já estão notificando, em caráter educativo, proprietários de veículos com licenciamento atrasado. Desde então, mais de 32 mil motoristas receberam a notificação. 
Os novos radares eletrônicos, com três câmeras e tecnologia capaz de ler as placas dos automóveis e identificá-los, já estão em funcionamento na avenida Senador Carlos Jereissati (CE-401), em frente ao Aeroporto Internacional Pinto Martins, e na avenida Washington Soares (CE-040), próximo à rua Hermenegildo Sá Cavalcante.
A fase de testes segue até o fim de agosto. Passado esse período, explica o superintendente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE), Igor Ponte, o órgão vai avaliar os resultados e definir como serão as próximas etapas. “Estamos encaminhando correspondência educativa, para que a pessoa tenha oportunidade de saber que precisa pagar o licenciamento, poder se regularizar e evitar contratempo numa blitz. Multa vai ficar para segundo plano”, argumenta o superintendente.
Não há definição de quando os motoristas com licenciamento atrasado flagrados pelos radares serão multados. Porém, já foi decidido que novos 115 radares que serão instalados até dezembro em todas as rodovias estaduais terão a tecnologia. Assim, somando com os já existentes, que serão adaptados, o Ceará terá 500 equipamentos em funcionamento com a capacidade de identificar infratores.
Fonte: Blog Sobral Online

Seguem até próximo dia 9 de agosto as inscrições para o programa Jovens Embaixadores 2016, que levará estudantes da escola pública para um intercâmbio de três semanas nos Estados Unidos. O objetivo do Programa é valorizar e promover o fortalecimento do ensino público, com o exemplo dos jovens embaixadores para suas comunidades. As inscrições podem ser feitas pela Internet http://www.jovensembaixadores.org/2016/precadastro.php)" data-mce-href="https://www.blogger.com/(http://www.jovensembaixadores.org/2016/precadastro.php)" style="font-weight: bold; text-decoration: none; color: rgb(126, 131, 119);">AQUI 

Promovido pela Embaixada Americana no Brasil, o programa oferece 50 vagas, para todo o País, destinadas a jovens com idade entre 15 e 18 anos, estudante do Ensino Médio da rede pública, com excelente desempenho escolar, que saiba ler e falar em inglês; tenha perfil de liderança, iniciativa e boa desenvoltura oral; e esteja engajado há, pelo menos um ano, em atividades de responsabilidade social/ voluntariado.

Sobral vem se destacando no Programa Jovens Embaixadores, no qual já teve representantes por quatro anos consecutivos, todos alunos do Palácio de Ciências e Línguas Estrangeiras, foram eles, Hemysson Magalhães (2009), Nazareno Araújo (2010), Joele Balbino (2011) e Ítalo Souza (2012). Saiba mais: (88) 9618-7130 / 9273-5661.

Fonte: Blog de Sobral

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