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Quinta, 22 Setembro 2016 13:28

Brasil terá maior queda entre as grandes economias

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O Brasil terá, em 2016, a maior contração entre as grandes economias do mundo e a queda deve continuar em 2017. Relatório publicado na quarta-feira, 21, pela Conferência da ONU para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) aponta que a queda do PIB será de 3,2%.

No geral, o PIB mundial deve ter uma expansão de 2,3%, abaixo do desempenho de 2015 e revelando a fragilidade das estratégias de retomada do crescimento da economia mundial. "A expectativa é de uma queda no crescimento nos EUA que pode ficar, pela primeira vez em sete anos, abaixo daquele da União Europeia. Enquanto isso, no Japão, persiste a estagnação. No Reino Unido, a recente recuperação será negativamente afetada pelo Brexit."

Entre os emergentes, a expansão será de apenas 3,8%, a mais baixa desde 2009. "A perda de dinamismo econômico nas economias avançadas está afetando os países em desenvolvimento, que vão crescer, em média, menos de 4% este ano, cerca de 2,5 pontos porcentuais abaixo da taxa alcançada durante o período pré-crise", indicou a ONU.

Entre as dez maiores economias do mundo, apenas a do Brasil e a da Rússia sofrerão uma contração. No caso de Moscou, ela será de 0,2%, depois de uma queda de 3% em 2015. Para a economia brasileira, os dados revelam três anos de contração ou praticamente de estagnação. Em 2014, o desempenho do PIB apontou para um aumento de apenas 0,1%. No ano seguinte, a queda foi de 3,8%, o que também colocou o Brasil como tendo o pior desempenho entre as maiores economias do mundo. Agora, mais uma queda deve ser registrada. A situação do Brasil está inclusive afetando as demais economias da região latino-americana.

Fonte: O Povo

Andar nas ruas da cidade e se deparar com uma calçada mais alta parece banal para pessoas que não têm problemas de mobilidade. Entretanto, a barreira representa uma dificuldade para os que têm mobilidade reduzida e o desafio do poder público é promover o acesso a todos os espaços, principalmente quando essas pessoas vão exercer a cidadania. Para celebrar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, neste 21 de setembro, o Governo do Ceará e o Tribunal Regional Eleitoral assinaram um convênio para reformar 150 instituições de ensino pertencentes à Secretaria da Educação (Seduc) e que são locais de votação no Ceará.

O convênio terá vigência até 2018 e engloba equipamentos de ensino de 28 cidades de todo o Estado. Um grupo de trabalho formado por representantes da Seduc e do TRE vai monitorar as reformas nas unidades.

De acordo com a vice-governadora Izolda Cela a política de inclusão social é permanente no Governo do Ceará. “Quando temos inclusão, todas as pessoas são beneficiadas, respeitando as diversidades dos grupos e garantindo o acesso aos serviços de cidadania. Temos um convênio com o TRE e, até o final de 2018, vamos adaptar as escolas e prédios públicos que servem como local de votação e já vamos começar a fazer essas adaptações a partir de agora”, afirmou.

Para o presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Francisco Jacinto Araújo, a iniciativa representa a abertura de portas e caminhos para novas ações. “Temos plena consciência de que as pessoas com deficiência ainda precisam de mais iniciativas como esta, mas é importante que os caminhos para o acesso à cidadania estão mais curtos e nos garantindo o direito básico de escolher os nossos representantes”, comemorou.

O presidente do TRE, desembargador Abelardo Benevides, entregou à vice governadora e ao secretário de Educação, Idilvan Alencar, um relatório com os prédios estaduais que servem como sessões eleitorais para que já sejam iniciadas as adaptações para o pleito de outubro. “Desde 2010 estamos trabalhando a acessibilidade para as sessões eleitorais, facilitando o acesso do eleitor às sessões e às urnas para que ele exerçam de fato à sua cidadania”.

No Brasil, segundo o IBGE, 23,9% da população tem algum tipo de deficiência (algo em torno de 45,6 milhões de pessoas). No Ceará, o número é de cerca de 2,3 milhões de pessoas com deficiência, seja ela física, auditiva, visual, mental ou múltipla.

Fonte: Governo do Ceará

A posta de reforma do ensino médioque o governo federal deve anunciar na tarde desta quinta-feira (22) pode passar pela alterações de artigos da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) que definem as matérias obrigatórias do ensino médio, e das regras para as universidades elaborarem seus vestibulares. As informações são de especialistas ouvidos pelo G1 que tiveram acesso informal às discussões por trás da elaboração do texto da medida provisória, que deve ser apresentada nesta quinta em Brasília pelo presidente Michel Temer. No entanto, a proposta não vale para os processos seletivos de 2016, incluindo o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Educação, o texto da medida provisória ainda estava sendo fechado no início da noite desta quarta-feira (21), e deve ser apresentado a Temer na manhã desta quinta. Às 15h, um evento está marcado com uma série de entidades da área educacional. O conteúdo, até agora, só foi divulgado em linhas muito gerais pelo ministro Mendonça Filho, e até o conselheiro nacional de Educação Cesar Callegari, que preside a comissão que avaliará e aprovará a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), afirmou ao G1 que não teve acesso prévio ao texto.

Entre as entidades convidadas para o evento desta quinta está a Associação Brasileira de Escolas Particulares (Abepar). Em entrevista aoG1, Arthur Fonseca Filho, diretor da Abepar e ex-conselheiro nacional de Educação, afirmou que foi consultado informalmente sobre pontos da medida provisória durante a sua elaboração. De acordo com ele, que disse não ter visto a versão final do documento, a proposta gira em torno do "enxugamento" do conteúdo obrigatório do ensino médio e, para tornar isso possível, a ideia é alterar a forma como os vestibulares exigem esse conteúdo em suas provas. Outras pessoas ligadas à área de educação afirmaram que a base da proposta seria essa, mas que ela ainda não era consenso dentro do governo na noite desta quarta.

Procurado pelo G1, o MEC afirmou que não confirmaria "nenhuma informação que não seja oficial", e que as informações oficiais só serão divulgadas na tarde desta quinta.

Alteração da LDB
De acordo com Fonseca, a proposta que estava sendo estudada pelo governo segue linha semelhante à que vem sendo discutida desde 2013 por um grupo de especialistas em educação, que começou a estudar alternativas de estruturas curriculares do ensino médio de outros países, como os Estados Unidos. O grupo inclui a atual secretária-executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro.

Segundo ele, no decorrer dos anos, a LDB acabou sendo alvo de diversas emendas que acabaram "engessando" o ensino médio por meio da obrigatoriedade de um grande número de disciplinas. Ao mesmo tempo, o currículo acabou se voltando cada vez mais às exigências das universidades na seleção de calouros. "Durante os últimos anos, montes de emendas foram feitas, incluindo diversos componentes curriculares, tornando esses componentes obrigatórios", explicou ele. "Vai haver um 'enxugamento' disso, voltando ao texto original das quatro grandes áreas [ciências humanas, ciências da natureza, linguagens e matemática]. O equivalente a mais ou menos um terço do tempo [carga horária] do ensino médio seria destinado à Base Nacional Comum, que ainda não está aprovada. Com isso, os outros dois terços ficam muito mais livres. E quando digo livres, ninguém está impondo uma mudança qualquer. Eventualmente, se uma escola achar que está ótimo, não precisa [alterar o currículo]."

O "engessamento" do ensino médio também é usado pelo MEC como motivo para defender uma reforma nessa etapa da educação básica. Fonseca explica, porém, que, para conseguir "flexibilizar" o conteúdo do ensino médio, a pasta considera alterar a formulação dos processos seletivos de ingresso no ensino superior, que acabam tendo influência no currículo do ensino médio.

Na LDB, o artigo que define a relação entre os vestibulares e o ensino médio é o 51º. Ele afirma que as instituições de ensino superior, na hora de definir os critérios da seleção dos estudantes, devem levar em conta "os efeitos desses critérios sobre a orientação do ensino médio, articulando-se com os órgãos normativos dos sistemas de ensino". Segundo Fonseca, da Abepar, a proposta da medida provisória pode passar por uma mudança nesse texto, fazendo com que esses critérios precisem seguir apenas o conteúdo obrigatório definido pela Base Nacional Curricular Comum. Em teoria, isso permitiria ao ensino médio uma liberdade maior em relação ao vestibular – o que deixaria espaço para outros tipos de atividades de caráter opcional paras as escolas e redes.

De acordo com Fonseca, é essa a mudança que permitiria às escolas adotar modelos de ensino médio integrados com o ensino profissionalizante, por exemplo.

Educação acima do Congresso
Callegari, conselheiro do CNE, afirmou ao G1 que não leu o texto da medida provisória e que defende a "audácia" para "o fracasso do ensino médio", mas que já se posicionou publicamente contra a aprovação de leis que versem sobre o currículo pedagógico das escolas. Além disso, segundo ele, a LDB já é flexível o suficiente para contemplar as propostas que criticam o "engessamento" das disciplinas. "É evidente que estamos no meio de uma crise crônica. A gente não pode ficar parado no lugar. Temos que dar um passo, mas vamos dar o passo certo", disse.

"É correto o que vem sendo discutido sobre começar a pensar menos em disciplinas, e mais em áreas do conhecimento. É positivo. Mas uma preocupação que eu tenho é que a resposta a um número excessivo de disciplinas seja uma simplificação rasa, que estreite o currículo apenas em disciplinas meramente utilitárias. Elas são importantes, mas não são suficientes. Tenho essa preocupação de que a ideia de uma flexibilização diminua e amesquinhe a formação do jovem brasileiro, que, antes de mais nada, precisa ser um cidadão do mundo", explicou o conselheiro. O efeito dessa redução para dar espaço a atividades optativas pode ter resultados contrários aos desejados, alerta ele. "Para o propósito de flexibilizar, eu reduzo o conhecimento. Esse é o problema. No lugar, esse conhecimento pode ser substituído por nada, ou muito pouco. Esse é um risco que existe."

Ele discordou, também, da ideia de que o ensino médio esteja engessado. "Hoje a legislação vigente – a LDB e as próprias diretrizes curriculares – já asseguram que os sistemas de ensino e as escolas possam flexibilizar, possam fazer várias modelagens curriculares. (...) As únicas coisas que ficam presas por conta da legislação complementar é a obrigatoriedade de filosofia e sociologia [citadas no artigo 36º da lei, inciso IV]. No fundo, são as únicas disciplinas de fato obrigatórias em cada um dos três anos do ensino médio." Para Callegari, há outras soluções para reformar a estrutura do ensino médio sem a necessidade de alteração da lei. Uma delas é a "educação baseada em projetos" que integra professores de disciplinas diferentes. "É uma maneira de você resolver a excessiva fragmentação disciplinar. Não é eliminando conhecimento nem conteúdo, é fazendo com que esse conhecimento se integre de forma significativa à vida desses alunos."

A alteração do artigo que define orientações para o vestibular também é desnecessária, segundo ele, agora que o Brasil está próximo de finalizar a elaboração da Base Nacional Curricular. "O carro está na frente dos bois: em vez de o currículo defender as avaliaçoões, são as avaliações que definem o currículo, por falta de um currículo nacional. O que não podemos imaginar é que [os vestibulares] vão ficar proibidos de fazer exigências do processo seletivo de alunos. Não têm que ficar proibidos de nada, os alunos é que têm que ter capacidade de enfrentarem as coisas."

O conselheiro também se diz contra a definição e alteração de conteúdos curriculares por meio de leis, e defende que essa área da educação seja debatida e decidida pela sociedade e pelos especialistas e trabalhadores da área, como professores e dirigentes, como acontece com a Base. "A medida provisória é um projeto de lei com efeito imediato. Mas ela será convertida em lei. Quando for apreciada [pelos deputadores e senadores], vai certamente receber emendas. O Congresso tem lados, é um jogo de poder. Acho que a educação, sobretudo a organização curricular das escolas, tem que ficar acima desse jogo político-partidário."

Fonte: G1/ce

O edital do processo de pré-seleção de candidatos a bolsas de mobilidade acadêmica no âmbito do Programa de Bolsas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará Internacional foi divulgado na sexta-feira (16). Ao todo são 14 bolsas, contemplando cursos das mais variadas áreas, em instituições da Argentina, doCanadá e de Portugal.

As inscrições serão realizadas exclusivamente via internet, no período de 17 a 25 de setembro de 2016, mediante o preenchimento do formulário eletrônico disponível no endereço eletrônico e a submissão eletrônica da documentação, até às 23h59 do dia 25 de setembro de 2016.

O programa, que conta com a adesão de 17 campi, tem o objetivo de ofertar bolsas de intercâmbio aos discentes de nível técnico ou superior interessados em realizar um semestre acadêmico de estudos em instituições de ensino estrangeiras, parceiras do instituto, de acordo com o país de destino, área/curso e nível pré-definidos por cada campus.

Para se candidatar, o estudante deverá obedecer aos seguintes requisitos: estar regularmente matriculado e cursando disciplinas em um dos cursos para o qual haja oferta de vaga de bolsa do Programa IFCE Internacional, conforme determinado pelo próprio campus de origem do candidato; ter nacionalidade brasileira; ser maior de 18 anos de idade no ato da inscrição; possuir documento oficial de identidade válido e CPF;

Além disso deve ter coeficiente de rendimento acadêmico igual ou superior a 7,0; ser proficiente no idioma oficial adotado pela instituição de ensino receptora (um teste de proficiência adequado ao nível será exigido, exceto para os candidatos com destino a Portugal); ter cursado, no mínimo, o primeiro semestre, ou estar cursando, no máximo, o penúltimo semestre do curso no qual está matriculado quando do momento da inscrição.

Fonte: Tribuna do Ceará

Segunda, 19 Setembro 2016 14:51

Começa a Campanha Nacional de Multivacinação

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Começa hoje (19) a Campanha Nacional de Multivacinação em todo o país, para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes. O público-alvo da mobilização são crianças menores de 5 anos e crianças e adolescentes de 9 anos a 15 anos.
 
O Dia D de mobilização nacional está marcado para o próximo sábado (24), quando os postos estarão abertos para atender aos que tiverem dificuldades de comparecer em horário comercial. A campanha segue até 30 de setembro em cerca de 36 mil postos fixos em todo o Brasil. Ao todo, 350 mil profissionais participam da ação.
 
O objetivo da ação é combater a ocorrência de doenças imunopreveníveis no país e reduzir os índices de abandono à vacinação – principalmente entre adolescentes.
Fonte: Blog Sobral em Revista

O Ministério da Educação (MEC) anunciou que investirá R$ 340,2 milhões na capacitação de 310 mil alfabetizadores de todo o país até o fim deste ano. Segundo a pasta, o aperfeiçoamento de professores faz parte do novo desenho do Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), que propõe inserir os próprios alfabetizadores no grupo de orientadores de aprendizagem. “O MEC traz a ideia de aperfeiçoamento e formação entre pares, valorizando o protagonismo dos educadores que vêm se destacando na área de alfabetização”, informou.

O Pnaic visa a assegurar que todos os estudantes dos sistemas públicos de ensino estejam alfabetizados, em língua portuguesa e matemática, até o final do terceiro ano do ensino fundamental, como está previsto no Plano Nacional de Educação. Segundo o MEC, entretanto, os dados da Avaliação Nacional da Alfabetização de 2014 apontam que, em leitura, apenas 11% das crianças foram plenamente alfabetizadas na idade certa.

O MEC informou que foi criado ainda um comitê gestor para o Pnaic, que deverá fortalecer a responsabilização das estruturas estaduais, regionais e locais de gestão na definição de metas e no acompanhamento direto das ações. O comitê será composto por um coordenador estadual, do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), um coordenador municipal, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e coordenadores regionais e locais (um por município), para assegurar capilaridade, mobilização e controle social.

Outra novidade é que as instituições de capacitação – universidades públicas e centros de formação de docentes das redes públicas – organizarão a formação em serviço dos agentes envolvidos. Segundo o ministério, nesta nova versão, serão trabalhados projetos pedagógicos de formação em serviço, “marcados pela criatividade, a resolução de problemas, o uso de tecnologias educacionais e metodologias ativas, aproximando teoria e prática”.

Fonte: O Estado

As células-tronco contidas no fluxo menstrual apresentam propriedades antitumorais que poderiam ser utilizadas para melhorar as terapias atuais contra o câncer, afirma um estudo científico divulgado ontem em Santiago, no Chile.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade dos Andes concluiu que os exossomas - pequenas vesículas secretadas por vários tipos de células que são encarregadas da comunicação intercelular - inseridos no fluxo menstrual inibem a propagação dos tumores cancerígenos.

Os exossomas do fluxo menstrual “são capazes de inibir a formação de vasos sanguíneos”, comentou Francisca Alcayaga, uma das cientistas que participou da pesquisa realizada pelo projeto Cells for Cells da universidade chilena.

Desta forma, se corta a rota do tumor, “que gera vasos sanguíneos para poder se nutrir e se oxigenar, com o objetivo de continuar crescendo”, de acordo com o estudo.

As células-tronco do fluxo menstrual são recuperadas da parede do útero antes da menstruação, em um momento em que ainda apresentam “propriedades antiangiogênicas, sendo capazes de inibir a vasculatura tumoral”, afirmou Alcayaga.

Próstata

Segundo os estudos preliminares, se constatou que o câncer de próstata é uma das patologias que reagem mais facilmente à presença dos exossomas.

 Com a presença dos exossomas do fluxo menstrual, “o crescimento do tumor é mais lento, por isso vamos continuar a pesquisa e ver a atividade complementar destes exossomas com as terapias convencionais que existem hoje”, disse a cientista.

O próximo passo é combinar a quimioterapia com um tratamento que contenha esta descoberta, para comprovar sua efetividade, e conseguir um sistema em que os exossomas possam ser distribuídos em casos de metástase, já que nos testes eles foram injetados diretamente em cada tumor.

Mulheres

Mulheres em idade fértil e livres de anticoncepcionais foram as doadoras de células para a realização do estudo.

 No Chile, entre 20% e 25% das mortes estão vinculadas a algum tipo de câncer, sendo este a segunda causa de morte, atrás das doenças cardiovasculares, segundo dados oficiais.

O estudo foi publicado na revista científica americana Oncotarget.(AFP)

Fonte: O Povo

Divulgação

“Uma saudação a todas as atletas e os atletas participantes nas Paralimpíadas: que o esporte seja ocasião de crescimento e de amizade”, publicou o pontífice em suas contas oficiais em vários idiomas.

No dia 24 de agosto, o papa recebeu dois atletas paralímpicos brasileiros no Vaticano e os abençoou.

Fonte: Agência Ansa

Quarta, 31 Agosto 2016 13:41

PIB do Brasil recua 0,6% no 2º trimestre de 2016

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No segundo trimestre deste ano, a economia brasileira continuou em queda. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro recuou 0,6% em relação ao trimestre anterior. É o sexto trimestre seguido de queda. Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 1,5 trilhão.

“A indústria até melhorou um pouco [em relação ao trimestre anterior] (...), mas se for olhar serviços, continua no negativo. Então, essa melhora da indústria é como se fosse um pouco abafada pelo resultado de serviços. É uma mudança do que vinha acontecendo nos trimestres anteriores, realmente os investimentos e a indústria mudaram o comportamento, mas isso ainda não afetou tanto o PIB por causa dos serviços que pesam 72% da economia”, analisou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

Do primeiro para o segundo trimestre, os investimentos voltaram a crescer, depois de dez quedas seguidas. A Formação Bruta de Capital Fixo, como a taxa de investimentos também é conhecida, cresceu 0,4%. De acordo com a coordenadora de Contas Nacionais, a variação positiva de 0,4% dos investimentos, assim como o resultado da indústria, "não podem ser considerados 'crescimento', mas podem estar relacionados 'à expectativa de melhora' da economia."

Por outro lado, o consumo das famílias, que durante anos colaborou com o crescimento da economia, recuou pelo sexto trimestre seguido. De abril a junho, a baixa foi de 0,7%. Os gastos do governo também diminuíram. A retração foi de 0,5% frente ao primeiro trimestre deste ano.

No cálculo do PIB, também são considerados os números referentes ao setor externo. As exportações, por exemplo, cresceram 0,4%, em ano de valorização do dólar sobre o real. Em compensação, as importações cresceram 4,5%.

“Nesse segundo trimestre, o comércio exterior teve contribuição negativa nesta base de comparação [contra o trimestre anterior]. É explicado também porque, na variação cambial, a gente teve apreciação. No primeiro trimestre estava mais valorizado o câmbio. E quando apreciam, as exportações tendem a ficar menos competitivas e as importações tendem a aumentar”, afirmou Claudia Dionísio, gerente de contas trimestrais do IBGE.

Tombo em cima de 2015
Quando os números do segundo trimestre são comparados com os do mesmo período de 2015, os resultados são bem mais negativos. Nessa base de comparação, o PIB caiu 3,8%.

O recuo na agropecuária chegou a 3,1%, influenciada, principalmente, segundo o IBGE,  pelo desempenho negativo da produção de milho (-20,5%), arroz (-14,7%), algodão (-11,9%), feijão (-9,1%) e soja (-0,9%).

Já a indústria, ao contrário da leve recuperação que mostrou do primeiro trimestre para o segundo, sofreu uma queda de 3%, puxada pela indústria de transformação, que produz máquinas e equipamentos, teve uma redução de 5,4%. Dentro do setor fabril, a construção também caiu 2,2% e o segmento extrativo mineral recuou 4,9%.

O setor de serviços, nessa base de comparação, foi o que sofreu maior redução: de 3,3%. O comércio sofreu contração de 7,4% e os serviços de transporte, armazenagem e correio, de 6,5%.

O consumo das famílias caiu 5%, sob influência da inflação, dos juros, do crédito mais restrito, da queda do emprego e da renda ao longo do período, conforme aponta o IBGE. Seguindo a mesma tendência, os gastos do governo recuaram 2,2%.

Os investimentos também tiveram redução nessa base de comparação. Pelo nono trimestre seguido, a Formação Bruta de Capital Fixo recuou. Desta vez, a queda foi de 8,8%.

Na análise do setor externo, as exportações avançaram 4,3% e as importações caíram 10,6%, "ambas influenciadas pela desvalorização cambial de 14,3% e pelo desempenho da atividade econômica registrados no período".

Taxa de investimento
No segundo trimestre, a taxa de investimento foi de 16,8% do PIB - o menor resultado para o segundo trimestre desde 2003, quando havia ficado 16,4%, afirmou Claudia Dionísio. No mesmo período de 2015, o índice havia ficado em 18,4%. Já a taxa de poupança aumentou: de 15,1% no segundo trimestre de 2015 para 15,8% no mesmo trimestre de 2016.

No primeiro semestre, o PIB acumula uma queda de 4,6% e, em quatro trimestres, de 4,9% - a taxa mais negativa da série, iniciada em 1996.

As previsões divulgadas já indicavam que o resultado seria negativo. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que tenta "antecipar" o resultado do PIB, projetou, há duas semanas, uma queda de 0,53% no segundo trimestre deste ano.

Para 2016, os economistas do mercado financeiro preveem que o nível de atividade neste ano feche em queda de 3,2%, segundo o boletim Focus, também do BC, mais recente.

A projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) está em linha com a do mercado brasileiro. Em relatório divulgado julho, o fundo disse esperar que a economia brasileira "encolha" 3,3% em 2016.

Fonte: G1

Quarta, 31 Agosto 2016 13:26

Fortaleza é a 5ª cidade mais populosa do País

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Vivem, hoje, em Fortaleza, mais de 2.591.188 pessoas. A cada dia, esse número muda. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo pesquisa realizada pelo instituto e publicada, ontem, no Diário Oficial da União, o número de habitantes torna a capital cearense como a quinta mais populosa do Brasil.

Outra estimativa apontada na pesquisa é o crescimento de 100 mil habitantes no período de dois anos, em Fortaleza. O crescimento vai de encontro com o resultado da pesquisa que apontou que, de 2015 para 2016, quase 24,8% dos municípios tiveram redução de população.
No ranking geral das capitais brasileiras, São Paulo aparece em primeiro lugar, com 12 milhões de habitantes; seguido do Rio de Janeiro, com 6,5 milhões; Brasília e Salvador, com cerca de 2,9 milhões de habitantes, cada.

Municípios
Segundo os dados da pesquisa, Fortaleza também aparece como a mais populosa do Ceará. Abaixo da Capital, aparece Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, com 353.932 habitantes; seguido de Juazeiro do Norte, com 266.022 e Maracanaú, com 221.504.
Ainda de acordo com a pesquisa do IBGE, mais de 8.9 milhões de pessoas habitam o Ceará, o que coloca o estado como o 10º mais populoso do País. O IBGE destaca que a alteração de limites entre o Ceará e o Piauí, onde havia áreas de litígio, alterou em 769 pessoas a mais no Ceará, desde 2013.
O estado de São Paulo aparece no topo do ranking dos mais populoso do Brasil com 44.749.699 habitantes, concentrando 21,7% da população do País. Abaixo dele, aparece Minas Gerais, com 20.997.560 habitantes e o Rio de Janeiro, com 16.635.996 moradores. O estado com menor população é Roraima, com 514.229 habitantes, representando a concentração de 0,2% da população total do Brasil.

Brasil
A pesquisa do IBGE divulgou as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2016. Segundo o instituto, estima-se que o Brasil tenha 206,1 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento de 0,80% entre 2015 e 2016, um pouco menor que a calculada entre 2014 e 2015 (0,83%). Em agosto de 2015, o mesmo levantamento estimou a população, à época, em 204.450.649.
Entre os objetivos da pesquisa, o IBGE aponta que as estimativas do levantamento são usadas para o cálculo das cotas dos fundos de Participação de estados e municípios e são importantes para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos.

Fonte: O Estado

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